Resumo -
Arte no Brasil Colonial / Missão
Artística Francesa - 7º ano
Arte colonial designa a produção artísticabrasileira do Brasil colônia, quando o território era uma colônia do império português.
O Barroco foi o principal movimento artístico do Brasil colonial, colocando em ascensão o catolicismo.
Caracteriza-se primordialmente pela arte sacra de artistas como Aleijadinho, Agostinho da Piedade e Agostinho de Jesus.
Arte colonial brasileira
é o termo pelo qual se categoriza toda a obra artística produzida no Brasil,
durante o período em que o país permaneceu como colônia de Portugal. De modo
geral, a arte classificada como colonial brasileira é aquela produzida entre os
séculos XVI e XVII, com destaque para a Arquitetura e decoração de interiores.
As características principais do Barroco
são:
- Busca de efeitos decorativos e visuais, com o emocional sobressaindo sobre o racional, expressão dos sentimentos.
- O entrelaçamento da arquitetura com a escultura principalmente nas paredes e tetos das igrejas.
- Contrastes de luz e sombra - claro e escuro.
- Efeitos ilusionistas da pintura nas paredes e tetos das igrejas, dando impressão de ver o céu no teto.
- Realista, abrangendo todas as camadas sociais.
- Maior intensidade dramática nas cenas.
Arquitetura
colonial
A arquitetura era bastante simples, sempre com
estruturas retangulares e cobertura de palha sustentada por estruturas de
madeira roliça inclinada. Essas construções eram conhecidas por tejupares,
palavra que vem do tupi-guarani (tejy = gente e upad = lugar).
Com o tempo os tejupares melhoram e passam os colonizadores a construir casas
de taipa.
Com essa evolução, começam a aparecer as capelas e os centros das vilas,
dirigidas por missionários jesuítas. Nas capelas há crucifixo, a imagem de
Nossa Senhora e a de algum santo, trazidos
de Portugal.
As primeiras cidades construídas pelos portugueses
não possuíam um planejamento urbano definido, tendo casas construídas muito próximas das outras. Os materiais
empregados variavam de acordo com a localização: no litoral utilizava-se pedra e cal; no interior, barro batido, madeira e barro ou pedra.
Além das cidades litorâneas, outro ponto importante de ocupação eram as
fazendas onde se produzia açúcar, o melaço e a cachaça. Alguns artistas dedicaram-se a retratar as cenas das fazendas e
engenhos, especialmente Fran Post (século XVII), Debret
(século XIX) e, já no século XX, Cícero Dias e Vicente do Rego Monteiro.
A
arte religiosa, assume grande expressividade nesse período.
Com o intuito de catequizar os índios, e manter os preceitos da igreja
católica, os portugueses construíram várias igrejas replicando àquelas que
existiam em Portugal.
No Brasil, a Arquitetura colonial é definida como a arquitetura realizada no atual território brasileiro desde 1500, ano do descobrimento pelos portugueses, até a independência, em 1822.
Durante o período colonial, os colonizadores importaram os estilos da Europa à colônia, adaptando-as às condições materiais e sócio-econômicas locais. Encontram-se no Brasil edifícios coloniais com traços arquitetônicos renascentistas, maneiristas, barrocos, rococós e neoclássicos.
As pinturas e esculturas desse período eram feitas por padres e jesuítas, seguindo o estiloManeirista. A partir do século XVII começou-se a utilizar o
estilo que ficaria mais associado ao tipo de arte empregado na decoração de
igrejas de todo Brasil colonial, o
estilo Barroco.
Chegando ao Brasil, as construções de traço barroco se lançavam aos olhos de uma população mista formada por alfaiates, ambulantes, funcionários públicos, indígenas, escravos e vadios. Com imagens ricas reafirmando o caráter sagrado dos santos e templos religiosos.
De forma geral, as obras e construções barrocas eram fabricadas a partir do uso de pedra-sabão, barro cozido e madeira policromada ou dourada.. Geralmente, o barroco tenta exprimir uma religiosidade de princípio medieval com a sofisticação da arte renascentista.
Entre os principais representantes desta arte barroca, podemos destacar o escultor Antônio Francisco Lisboa, mais conhecido como Aleijadinho, e o pintor Manuel da Costa Ataíde. Ambos viveram o auge do barroco no Brasil, na passagem do século XVIII para o XIX,
Missão Artística Francesa
Em 1816, durante a estada da família real
portuguesa no Brasil, chega ao Rio de Janeiro um
grupo de artistas franceses com a missão de ensinar artes plásticas na cidade
que era, então, a capital do Reino unido de Portugal e Algarves. O grupo ficou
conhecido como Missão artística francesa.
O convite teria para a vinda do grupo teria partido de Antonio Araújo Azevedo, Conde da Barca, ministro de dom João 6o.Preocupado com o desenvolvimento cultural da colônia que havia se transformado em capital, o rei trouxe para cá material para montar a primeira gráfica brasileira, onde foram impressos diversos livros e um jornal chamado "A Gazeta do Rio de Janeiro".
Já a missão tinha o objetivo de estabelecer o ensino oficial das artes plásticas no Brasil, e acabou influenciando o cenário artístico brasileiro, além de estabelecer um ensino acadêmico inexistente até então.
A missão foi organizada por Joaquim Lebreton e composta por um grupo de artistas plásticos. Dela faziam parte os pintores Jean-Baptiste Debret e Nicolas Antoine Taunay, os escultores Auguste Marie Taunay, Marc e ZéphirinFerrez e o arquiteto Grandjean de Montigny. Esse grupo organizou, em agosto de 1816, a Escola Real das Ciências, Artes e Ofícios, transformada, em 1826, na Imperial Academia e Escola de Belas-Artes.
Os artistas da Missão Artística Francesa pintavam, desenhavam, esculpiam e construíam à moda europeia, obedecendo ao estilo neoclássico. Os principais são:
O convite teria para a vinda do grupo teria partido de Antonio Araújo Azevedo, Conde da Barca, ministro de dom João 6o.Preocupado com o desenvolvimento cultural da colônia que havia se transformado em capital, o rei trouxe para cá material para montar a primeira gráfica brasileira, onde foram impressos diversos livros e um jornal chamado "A Gazeta do Rio de Janeiro".
Já a missão tinha o objetivo de estabelecer o ensino oficial das artes plásticas no Brasil, e acabou influenciando o cenário artístico brasileiro, além de estabelecer um ensino acadêmico inexistente até então.
A missão foi organizada por Joaquim Lebreton e composta por um grupo de artistas plásticos. Dela faziam parte os pintores Jean-Baptiste Debret e Nicolas Antoine Taunay, os escultores Auguste Marie Taunay, Marc e ZéphirinFerrez e o arquiteto Grandjean de Montigny. Esse grupo organizou, em agosto de 1816, a Escola Real das Ciências, Artes e Ofícios, transformada, em 1826, na Imperial Academia e Escola de Belas-Artes.
Os artistas da Missão Artística Francesa pintavam, desenhavam, esculpiam e construíam à moda europeia, obedecendo ao estilo neoclássico. Os principais são:
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Nicolas-Antonine Taunay: (1775-1830) pintor francês de grande destaque na corte de Napoleão Bonaparte
e considerado um dos mais importantes da
Missão Francesa. Durante os cinco anos em que esteve no Brasil, retratou várias paisagens do Rio de Janeiro
através das suas pinturas.
Jean-Baptiste Debret:
(1768-1848) foi chamado de "a alma
da Missão Francesa". Era desenhista,
aquarelista, pintor cenográfico, decorador,
professorde pinturae organizador da primeira exposição de arte no Brasil (1829).
Em 1818, trabalhou no projeto de “ornamentação”( decoração) da cidade do Rio de
Janeiro para os festejos da aclamação de dom João 6o como rei de
Portugal, Brasil e Algarves.
Em "Viagem Pitoresca ao Brasil",era uma coleção composta de três volumes com um total de 150 ilustrações, Debret retratou e descreveu a sociedade brasileira. Seus temas preferidos são a “nobreza e as cenas do cotidiano brasileiro”.Sua obra dá uma excelente ideia da sociedade brasileira do século 19, como se vê na figura acima.Ele retratou através de suas PINTURAS o dia a dia dos povos indígenas, e das colônias. As suas obras serviram como fotografia e registro da cultura de nosso povo desta época.As obras de Debret foi considerada como um documento jornalístico ou como uma reportagem (feita por meio de imagens) sobre o Brasil da época, retratando:os índios, a natureza, a mata e vegetação nativa, depois, os escravos negros no pequeno trabalho urbano e nos artesãos e nas práticas agrícolas da época, depois, cenas do cotidiano, das manifestações culturais, como as festas e festas e tradições populares, retratos da Família real com a forte presença dos escravos.
Em "Viagem Pitoresca ao Brasil",era uma coleção composta de três volumes com um total de 150 ilustrações, Debret retratou e descreveu a sociedade brasileira. Seus temas preferidos são a “nobreza e as cenas do cotidiano brasileiro”.Sua obra dá uma excelente ideia da sociedade brasileira do século 19, como se vê na figura acima.Ele retratou através de suas PINTURAS o dia a dia dos povos indígenas, e das colônias. As suas obras serviram como fotografia e registro da cultura de nosso povo desta época.As obras de Debret foi considerada como um documento jornalístico ou como uma reportagem (feita por meio de imagens) sobre o Brasil da época, retratando:os índios, a natureza, a mata e vegetação nativa, depois, os escravos negros no pequeno trabalho urbano e nos artesãos e nas práticas agrícolas da época, depois, cenas do cotidiano, das manifestações culturais, como as festas e festas e tradições populares, retratos da Família real com a forte presença dos escravos.
Foi também professor de pintura
histórica da Academia de Belas Artes e
realizou a primeira exposição de Artes
no Brasil inaugurada em 2 de dezembro de 1829.